Cruz de Santo André

A reler a "Cruz de Santo André", de Camilo José Cela, anoto está passagem:


O gladiador que vai morrer saúda o César com um manguito porque também ele joga e julga e ri-se às gargalhadas do César e dos que vão cuspir sobre o seu cadáver, seria assombroso imaginarmos a humanidade submissa demais, soam os clarins porque já começa a missa negra da confusão, o solene acto académico da mais turva de todas as confusões, (...) a farsa deve representar-se com singeleza para deleite do grande publico (...).